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Minha cidade - Dois Corregos/SP

HISTÓRIA DA CIDADE
O núcleo que deu origem à cidade, em meados do século XIX, foi a Pousada dos Dous Córregos, ponto de descanso dos viajantes que se dirigiam para os sertões do noroeste de São Paulo a caminho de Mato Grosso.
José Alves Mira e Mariano Lopes, proprietários da Fazenda do Rio do Peixe no município de Brotas, fizeram, em 1856, uma doação de parte das terras dessa fazenda para a construção de uma igreja sob a invocação do Divino Espírito Santo. O terreno era limitado, de um lado pelo córrego Fundo e, de outro, pelo Córrego Logrado, e deu início ao desenvolvimento do povoado.
O antigo povoado de Espírito Santo de Dois Córregos foi elevado, em 28 de março de 1865, à categoria de freguesia com a denominação de Dois Córregos, do município de Brotas. Em 16 de abril de 1874, foi criada a vila.


Gentílico
Dois-correguense
Significado do Nome

Aniversário da Cidade
04 de Fevereiro
CARACTERÍSTICAS
Clima
Subtropical
Temperatura Média
22º C
COMO CHEGAR
Partindo de São Paulo: SP-304 e SP-225
Localização
Localizado na região Centro-Oeste do Estado de São Paulo
Limites
Jaú, Dourado, Mineiros do Tietê, São Manoel, Botucatu, Santa Maria da Serra, Torrinha e  Brotas.
Acesso Rodoviário
SP-304 e SP-225

Distâncias
222 Km da Capital
TURISMO
Principais Pontos Turísticos
Igreja Matriz do Divino Espírito Santo
A Paróquia do Divino Espírito Santo foi criada em 28 de março de 1866 pelo bispo Dom Sebastião Pinto do Rego, sendo desmembrada da cidade de Brotas, e tendo como vigário na época o Pe. Celestino de Alcántra Pacheco. Em 1954 foi iniciada sua reconstrução, concluída em 1962. Durante essa reforma, que começou dos fundos para a frente, a torre não sofreria nenhum reparo, mas quando chegaram perto dela viram que a parte nova não se ajustava com a antiga e não teve outro jeito a não ser demolir e construir outra. Com isso, aumentaram os gastos e o tempo para acabar. A torre anterior era mais baixa que a atual, tinha um andar a menos, os sinos podiam ser vistos da rua. Muitas campanhas foram feitas para arrecadar fundos para a obra. Sua sede está situada na Avenida Pe. Domingos Cidad, 518 – Centro – Dois Córregos – SP.
Estação Ferroviária
Em 1912 foi construído o prédio atual da estação ferroviária, que diz a lenda, seria uma réplica da estação de Marselha, na França, destruída na segunda-guerra. Em 1941, com a retificação, ampliação de bitola e eletrificação da linha Itirapina-Jaú, Dois Córregos passou a ser também o ponto de partida do agora chamado ramal de Campos Salles.
A estação foi reformada e restaurada em 1986 pela Fepasa, por ter sido considerada uma das mais bonitas e representativas da ex-Paulista
A estação de Dois Córregos não faz parte apenas da história da região, mas também da história do cinema. Em 1992, o cineasta Carlos Reichnbach foi à região rodar cenas do seu filme Alma Corsária. Mais tarde, em 1998, o cineasta voltou à cidade para imortalizar a vida que havia na estação, na época quase totalmente deteriorada e em completo abandono. A produção do filme conseguiu restaurar partes da pintura.
Pouco tempo depois a estação foi tomada pelo fogo que acabou por destruir boa parte de sua estrutura. Foram destruídas três salas da estação e toda a cobertura destas, além da entrada principal do prédio.
Fazenda Santa Margarida
Casarão do tempo dos barões do café, construída por volta de 1870. No seu interior as paredes são de taipa. Localiza-se no bairro Água Espraiada, a 7 quilômetros do centro de Dois Córregos.
No local existem trilhas no meio da mata, passando por rios e cachoeiras e um mirante que mostra o vale montanhoso do médio Tietê. Na fazenda ainda é possível conhecer a macadâmia, criação de gado e fabricação de pinga artesanal.
Vale do Rio Tietê
Reservas ecológicas que ainda possuem matas primárias. Caminho através da estrada do Morro Alto, na Serra do Banharão.
No local há condomínios e os “Três Rios”, onde se encontram os rios Tietê, Piracicaba e Turvo.
Fazenda Barcelos
Antiga fazenda, com sua sede sendo recuperada pelos atuais proprietários. A fazenda possuía um sistema bem moderno de energia e água encanada para a época, início do século XX. Além do casarão, o local possui diversas cachoeiras e muitas histórias.
Cachoeira do Paredão
Localizada na Fazenda Santa Cruz do Paredão, possui queda de aproximadamente 80 metros.
Cachoeira Don´Aninha
Localizada na Fazenda Barcelos, queda de aproximadamente 30 metros.
Cachoeira Véu da Noiva
Localizada na Fazenda Barcelos, queda de aproximadamente 35 metros.
Cachoeira dos Escravos
Cachoeira de pequena queda, mas com piscina natural com cerca de 3 metros de profundidade. Recebe este nome pois os escravos que moravam na Fazenda Balestreiro a utilizavam para tomar banho e nadar.
- A Fazenda Barcelos faz divisa com a Fazenda Balestreiro. O local é rico em belezas naturais, e existem outras cachoeiras na região. Além disso, animais silvestres podem ser avistados na área.
Artesanato Nhanduti
Em tupi-guarani a palavra nhanduti significa teia de aranha, e em torno de sua história existe a lenda de uma linda história de amor. Em uma aldeia indígena a filha do pagé estava em idade de se casar e o pai reuniu os jovens da tribo aconselhando-os que saíssem à procura de um presente para a jovem, pois aquele que trouxesse o mais belo presente seria o seu marido. Todos ficaram esperançosos e foram trazendo a maior e mais carnuda caça. Porém, um dos jovens que já nutria grande paixão pela jovem índia, ficou simplesmente observando o trabalho de uma aranha tecendo sua teia e se encantou. Voltou para a aldeia e com a ajuda da sua mãe teceu como a aranha, em fios vegetais e fios de cabelo tingidos, o mais belo manto.
O pagé ficou deslumbrado pela beleza do presente e entregou ao jovem o prêmio prometido, sua doce e bela filha em casamento. A jovem maravilhada usou o manto como vestido de noiva. Desde então tornou-se tradição na tribo a confecção de manto, esteiras e redes de fios vegetais.
A CADOC (Cooperativa dos Artesãos de Dois Córregos) vem resgatando essa história com o objetivo de decorar os lares com requinte, vestir com elegância e revelar em sua riqueza a presença do belo em todas as ocasiões. Os usos e apliques são realizados em couro, madeira, tecido, bambu, juta e jóias. Há também a utilização de fios especiais como cobre, metal, alumínio, prata, ouro, seda e algodão.
Noz Macadâmia
As primeiras mudas da nobre noz chegaram em Dois Córregos no ano de 1989, trazidas pelo empresário José Eduardo Mendes Camargo. Em 1990, o empresário organizou um grande viveiro para o plantio em grande escala.
Em dezembro de 1996 havia nele cerca de 35 mil mudas destinando-se a noz para consumo próprio e comercialização. Foi montado o complexo de armazenamento, beneficiamento e embalagem do produto, preparando-o para o mercado consumidor interno e externo, já que essa noz tem bastante aceitação nos Estados Unidos e Europa.
Várias promoções foram organizadas para difundir o plantio da macadâmia e muitas delas promovendo Dois Córregos, que ficou conhecida como a “capital da macadâmia”.
Essa planta é originária da Austrália, e no Brasil sua cultura é recente, sendo que a produção começa a partir do quarto ou quinto ano do plantio. A noz macadâmia pode ser consumida crua ou torrada e salgada, sendo usada em bolos, biscoitos, sorvetes e outros doces.
Comida Típica
A goiabada cascão é fabricada na Fazenda Morro Alto pelas irmãs Paulo: Maria de Lourdes, Geralda, Anísia e Luzia. Tudo começou quando Geralda levava doces na roça para comer e deixava embaixo de uma árvore, seguindo ao trabalho. Quando retornava percebia a falta de alguns doces, e isso acontecia diariamente. Um dia resolveu esclarecer tudo e chamou seus colegas de trabalho e pediu para que comprassem o doce ao invés de pegar escondido
Começaram as vendas e como o lucro foi certo, resolveram investir na fabricação dos mesmos. São mais de 40 anos fabricando diversos tipos de doces como goiabada cascão, doce de leite, paçoca, doce de sidra, doce de abóbora, doce de mamão, doce de banana e doce de laranja. Para acompanhar ainda produzem um saboroso queijo caseiro.